<font color=0094E0>Para miúdos e graúdos</font>

Uma das componentes que mais se afirma no Avanteatro e mais adesão tem por parte do público é o teatro infantil. «Este ano, ainda não temos condições para, a par dos espectáculos, realizar oficinas que possibilitem às crianças interagir com os actores, aprenderem e participarem, isto apesar de terem sido realizadas melhorias muito significativas quer ao nível do palco, quer ao nível dos camarins», adianta Manuel Mendonça.
Não obstante, as peças infantis que vão passar pelo Avanteatro prometem cativar a atenção de miúdos e graúdos. Com O Lorpa, um espectáculo de robertos montado num pequeno palco, o Grupo de Teatro O Nariz garante animação e uma forma atraente de contar uma história.
«Depois há ainda O Pedro e o Lobo, apresentação visualmente muito bonita que o Teatro Extremo leva a cabo, e, com O Bando, O Grão de Bico!, trabalho com o qual esta companhia nos surpreende regressando às raízes, desenvolvendo com coisas muito simples um conto tradicional português que transforma em magia», considera Manuel Mendonça.


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Vieux Farka Touré é um dos nomes cimeiros no cartaz dos espectáculos da Festa do Avante! Virtuoso guitarrista, compositor e letrista, Vieux é um daqueles casos raros de sucesso imediato. A sua carreira musical ainda mal começou e já é aclamado pelo público e pela imprensa especializada como uma das grandes figuras da música do Mali. Em Lisboa, onde esteve durante a semana passada para descansar e preparar o seu próximo disco, fomos encontrá-lo na casa da sua agente, num apartamento junto à Feira da Ladra com uma esplendorosa e inspiradora vista sobre o Tejo.

<font color=0094E0>Palco de intervenção cultural e política</font>

A cinco semanas da abertura da Festa do Avante!, redobram-se os esforços para que nos dias 5, 6 e 7 de Setembro a Quinta da Atalaia abra as portas aos milhares de pessoas que durante três dias participam na maior iniciativa política e cultural do País. No Avanteatro ultima-se o programa dos espectáculos que este ano vão do teatro à dança, passando pela música e pelo o cinema documental, fazendo do chapitô da Festa um palco de intervenção política e cultural, revelaram Manuel Mendonça e Pedro Lago em conversa com o Avante!.

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O cinema documental está também em evidência no Avanteatro, este ano com a A água como bem comum, «filme que tem motivado debates muito interessantes sobre o tema dos recursos hídricos e a realidade social e política de intensificação da exploração, de tentativa de privatização da água através da entrada no sector das...

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Se para contar uma história é necessária uma boa dose de criatividade e imaginação, ambas são imprescindíveis na construção da nossa Festa, «e os comunistas, os trabalhadores e os amigos que participam na sua implantação colocam-nas ao serviço do Partido», assegura Pedro Lago, que acrescenta que sem tal generosidade «não...